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Túnel do Amor, na Ucrânia

Este local paradisíaco fica perto de Klevan, na Ucrânia. E é tão simplesmente um caminho de passagem de um comboio – como podem ver pela máquina e carris na fotografia.

Mas, mesmo com a passagem diária do comboio (só passa à semana), os arbustos formaram algo bastante inusitado: uma espécie de túnel, que se tornou local para passeios de pares românticos. De tal forma a moda pegou, que foi apelidado de… Túnel do Amor.

E, claro, entretanto ficou associado a uma lenda: diz que os namorados que fizerem o caminho, dos trilhos do comboio, juntos até ao final, têm direito a um desejo, desde que as intenções de ambos sejam sinceras.

Lendas à parte, o local é muito turístico, durante o ano inteiro. Mesmo quando a vegetação não está tão bonita, no inverno.

É certo que, a primavera e o verão são as melhores alturas para visitar o Túnel do Amor, na Ucrânia, porque a vegetação está em pleno auge. Mas no outono é também espetacular por causa das diferentes cores das folhas.

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Assunção surpreende

Esqueça tudo o que você já ouviu falar sobre o Paraguai, sobretudo se o seu destino for a capital do país. Assunção é capaz de frustrar quem ainda acredita que essa cidade de aproximadamente 600 mil habitantes vive apenas de eletrônicos baratos e de DVDs piratas. Mas também surpreende.

Há muito a ser descoberto pelo turista que escolhe a região como destino de férias. E o que é melhor: na hora de pôr a mão no bolso, a moeda local desvalorizada (o guarani) favorece o turista vindo do Brasil e os principais pontos turísticos oferecem entradas gratuitas aos visitantes. Isso é o que se pode chamar de turismo made in Paraguay.

A capital paraguaia é mesmo uma pechincha para o turista brasileiro e fica a apenas 1.348 km de São Paulo. Poucos sabem, mas há mais semelhanças entre o Paraguai e o Brasil do que as imagens estereotipadas que circulam no imaginário brasileiro.

Assunção ainda chora as perdas humanas ocorridas durante a ditadura militar, que em 2009 comemora 20 anos do seu término e, mesmo com um passado histórico tão triste que inclui combates com resultados desastrosos para o país, como a Guerra da Tríplice Aliança, o povo local consegue expressar uma simpatia capaz de constranger até o mais simpático dos brasileiros. Até a gastronomia e algumas danças locais têm elementos que remetem à cultura brasileira.

A mania gastronômica de Assunção, e do resto do país, são as chipas, a versão paraguaia do brasileiríssimo pão de queijo com um leve toque de erva doce. Em qualquer esquina da cidade é possível deliciar-se com esse bolinho preparado com polvilho e queijo. E se o calor das ruas abafadas da capital chegar aos 40°C, probabilidade alta nos dias de verão, a saída é recorrer ao terere, a erva mate paraguaia tomada com água gelada. Qualquer semelhança com os nossos hábitos não é pura coincidência. O Paraguai está mesmo tão perto do Brasil que os turistas daqui mal conseguem passar da Ponte da Amizade, em Ciudad del Este, o destino paraguaio mais visitado por brasileiros. Uma pena.

E quem diria que até a dança da garrafa tem sua versão paraguaia? Mas no lugar dos gestos sensuais de gosto duvidoso, trajes comportados e adornos religiosos enfeitam dançarinas que equilibram até oito garrafas ao ritmo de música típica. Essa é uma referência às clássicas mulheres que levavam sobre a cabeça garrafas de água ou aloha (bebida alcoólica preparada com melaço) para os peregrinos que se dirigiam às festas de santos patronos paraguaios como San Blas e a Virgen de las Mercedes.

No entanto, você não irá a Assunção apenas para entregar-se aos prazeres gastronômicos e à dança. A capital do Paraguai, localizada no centro da América do Sul, reserva uma ampla variedade de museus e centros culturais capazes de entreter o visitante por pelo menos três intensos dias de visita. O roteiro inclui "aulas" sobre história paraguaia, como as duas grandes guerras em que o país esteve envolvido (a da Tríplice Aliança e a do Chaco, essa contra a Bolívia), além da recente ditadura militar, exposições de artes indígenas e camponesas, e uma harmônica mistura entre as culturas europeia e a dos índios guaranis.

31. Assunção, Paraguai

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A Grande Barreira de Coral (Austrália)

De norte a sul e de este a oeste a Austrália tem tanto para oferecer que mais valia fazer um artigo só sobre isso. Mas a Grande Barreira de Recife, que se encontra ao longo da costa norte é um dos locais mais belos do mundo. É um dos destinos preferidos dos praticantes de mergulho com garrafa, devido à sua biodiversidade. Águas quentes e calmas, praias paradisíacas, e inúmeras atividades são mais que suficientes para atrair mais de 2 milhões de turistas por ano.

O Crescimento dos Corais é afetado por vários fatores. Um deles é a temperatura da água, o outro é o PH e Salinidade. Por isso nenhuma parte da Barreira poderia ser contínua, pois a água doce de rios e córregos que desaguam no mar, não permite que corais cresçam nessas áreas (essas zonas são chamadas de Passes). A Grande Barreira fica inteiramente no estado de Queensland, e adquire vários nomes de acordo com a sessão. Por exemplo: Capricorn Session, que obviamente fica na altura do Trópico de Capricórnio, North Session em frente de Cairns, e Whitsunday Session em frente as ilhas Whitsundays, e assim por toda a extensão. A Barreira forma também muitas ilhas, sendo que uma boa parte delas, hoje abriga resorts maravilhosos ou são completamente desertas. É possível acampar em alguma delas com autorização do departamento de Conservação mas é preciso levar tudo o que for usar, principalmente água, comida e protetor solar. Note que muitas dessas sessões são consideradas Parques Nacionais Marinhos, e nada pode ser coletado a não ser fotos. 

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Praia dos Ingleses

A Praia dos Ingleses é uma das mais famosas e mais movimentadas praias de toda a cidade de Florianópolis. Ela recebe durante o verão uma quantidade altíssima de turistas, muitos deles estrangeiros. A praia tem águas cristalinas e uma temperatura muito agradável para o banho durante o verão.


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Dominica - Caribe

A ilha caribenha da Domínica tem poucas praias e muitas florestas tropicais, resguardando-a do turismo habitual do Caribe. Com sete vulcões em atividade, esta ilha situada entre a Guadalupe e a Martinica é um sonho para aventureiros em busca de trilhas através de lagos, selva, vales e cânions. 

O clima é tropical úmido e quente, com invernos brandos de dezembro a janeiro, uma estação seca de fevereiro a maio e outra chuvosa de junho a outubro, quando ocorrem furacões. As temperaturas oscilam entre 25,5 e 32 C. As precipitações são abundantes e irregulares, especialmente fortes no interior montanhoso. A vegetação, definida pelo ambiente climático, consiste numa floresta tropical típica, cujo crescimento é favorecido pelos ricos solos vulcânicos.

Por ser difícil o acesso a seu litoral escarpado, Dominica foi uma das últimas ilhas a serem exploradas pelos europeus. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, britânicos e franceses lutaram por seu domínio. Pelo Tratado de Aachen de 1748, a Grã-Bretanha e a França reconheceram a neutralidade da ilha, ocupada posteriormente pelos franceses até 1763, quando, pelo Tratado de Paris, passou ao domínio britânico. Após nova ocupação francesa, Dominica passou, em 1805, à condição de possessão do Reino Unido.

  

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Horseshoe Bay Beach, Bermuda

Encante-se com as vistas, deleite-se com os sons, e absorva a atmosfera local: Quando você reservar um quarto com os melhores hotéis de Bermuda perto de Horseshoe Bay, você vai estar no lugar mais alto para fazer tudo. Hotéis Horseshoe Bay são conhecidos por suas localizações imbatíveis e comodidades para turistas, ea gama de must-hotéis de estadia permite que você personalize suas férias para atender às suas necessidades específicas.

Horseshoe Bay Beach, Bermuda

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Terra Ronca

As maiores cavernas do país impressionam pela beleza das formações de calcário, pelas dimensões de suas entradas, pelos raios de luz que incidem em claraboias e pelos rios de água potável que as atravessam. Pouco fiscalizado, o Parque Estadual Terra Ronca segue preservado graças à localização remota, em São Domingos, na divisa de Goiás com a Bahia. Calcula- se que tenha 95 cavernas, quatro abertas ao turismo. A maior delas, Angélica, tem 14 quilômetros de galerias. Ela, Terra Ronca, e São Vicente revelam suas belezas só a quem se dispõe a molhar o tênis e caminhar seguindo o curso de seus rios interiores.
 
A Pousada São Mateus é praticamente a segunda sede do Parque Estadual Terra Ronca - e funciona como parada quase obrigatória para quem deseja visitar as cavernas. Na sede do parque é possível contratar guias.

A luz que ilumina por apenas uma hora a Caverna Terra Ronca, em Goiás

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